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Ver todas →Ibovespa cai 0,42% e dólar sobe a R$ 5,07 na véspera do Copom: o que esperar da Selic amanhã
O Ibovespa fechou em queda de 0,42%, a 170.415 pontos, enquanto o dólar avançou para R$ 5,0666 nesta segunda-feira (15), véspera do início da reunião do Copom que decide a Selic, hoje em 14,5% ao ano. Para o investidor brasileiro, a indefinição entre corte e pausa nos juros — em meio a uma inflação de maio que surpreendeu para cima — deve manter a volatilidade em renda fixa, câmbio e bolsa até o anúncio de quarta-feira (17).
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Navios de fertilizantes enfrentam fila de semanas apesar do acordo no Estreito de Hormuz
O anúncio de um acordo de paz entre os EUA e o Irã em 14 de junho, com assinatura formal prevista para 19 de junho na Suíça, acendeu esperanças de que o Estreito de Hormuz será reaberto em breve ao tráfego comercial após mais de 100 dias de bloqueio efetivo. Mas para o comércio global de fertilizantes, o alívio ainda deve demorar semanas, enquanto dezenas de navios carregados com insumos agrícolas essenciais permanecem parados no Golfo e analistas alertam que petroleiros e navios de GNL serão os primeiros a retomar as travessias.
Ler artigo →Ibovespa a 171 mil pontos na véspera do FOMC: o que a decisão do Fed pode mudar na sua carteira
O Ibovespa operou ao redor de 171.133 pontos nesta segunda-feira, 15 de junho de 2026, enquanto investidores aguardam a decisão do Federal Reserve sobre juros americanos nos dias 16 e 17 de junho. Com o dólar a R$ 5,18 e a Selic projetada em 13,5%, qualquer sinalização hawkish do Fed pode ampliar a pressão sobre o câmbio e acelerar a saída de capital dos mercados emergentes.
Ler artigo →Dólar recua a R$ 5,06 e Ibovespa busca 1ª alta semanal em 2 meses — o que esperar do FOMC de Warsh
Na sexta-feira (12/06), o dólar à vista recuou 0,61% para R$ 5,06 e o Ibovespa operou próximo dos 171.000 pontos, caminhando para a primeira alta semanal desde o início de abril. Com o FOMC de Kevin Warsh marcado para 16 e 17 de junho, investidores brasileiros precisam acompanhar de perto o rumo dos juros americanos e seus efeitos diretos sobre câmbio e bolsa.
Ler artigo →CPI americano em 4,2% pressiona mercados na véspera do FOMC — como proteger sua carteira agora
A inflação ao consumidor nos EUA acelerou para 4,2% ao ano em maio de 2026 — o maior nível desde abril de 2023 —, puxada pelo choque de energia decorrente do conflito com o Irã. Com o FOMC reunido nos dias 16 e 17 de junho, o mercado já precifica 70% de chance de ao menos uma alta adicional nos juros americanos até dezembro, o que mantém o dólar acima de R$ 5,17 e o Ibovespa pressionado próximo a 169.800 pontos.
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Inflação acumulada em 12 meses no Brasil supera teto da meta antes da decisão de juros
A inflação anual ao consumidor no Brasil acelerou para 4,72% em maio, superando o teto da meta de 4,5% do Banco Central pela primeira vez desde outubro de 2025 e ficando acima das expectativas do mercado, de acordo com dados divulgados na sexta-feira pelo IBGE. O resultado aumenta a pressão sobre os formuladores de política monetária às vésperas da reunião do Copom, marcada para os dias 16 e 17 de junho, quando o comitê decidirá se dará continuidade ao ciclo de afrouxamento monetário.
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