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Irã trava negociações sobre Ormuz, Brent fecha perto de US$ 89 e Treasury de 10 anos sobe a 4,73%
Impasse entre EUA e Irã sobre a reabertura do Estreito de Ormuz leva o Brent à quarta alta seguida e empurra o Treasury de 10 anos para 4,73%, com reflexos no dólar, no ouro e no Ibovespa.
Ler artigo →IPCA sobe 0,07% em julho e ata do Copom trava aposta em corte de juros em setembro
IBGE confirma alta mensal do IPCA acima do esperado, mas inflação em 12 meses recua a 4,44%; ata do Copom reforça cautela sobre o ritmo dos próximos cortes da Selic, hoje em 14% ao ano.
Ler artigo →Irã endurece exigências no Ormuz, petróleo sobe a US$ 87 e Ásia fecha em alta de até 2,2%
Impasse entre Irã e EUA sobre o Estreito de Ormuz mantém o petróleo pressionado e o ouro perto de recorde nesta manhã, enquanto a Ásia fecha em alta puxada pelo Nikkei. No Brasil, ata do Copom e IPCA de julho definem o tom da abertura.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 5: Juros compostos
Juros compostos são os juros que rendem sobre o dinheiro aplicado e também sobre os juros que ele já rendeu antes — por isso o tempo pesa mais do que o valor guardado.
Ler artigo →Irã mantém Ormuz fechado e cobra fim do bloqueio dos EUA; petróleo perto de US$ 84 pressiona dólar e juros
Teerã mantém exigências para reabrir o Estreito de Ormuz e o petróleo Brent opera perto de US$ 84 o barril. O dólar cede, o ouro supera US$ 4.342 e o mercado brasileiro reage com Petrobras em alta e Ibovespa em leve queda.
Ler artigo →Focus reduz projeção de inflação para 5,02% pela sexta semana seguida, e mercado mantém Selic em 13,75% até dezembro
Boletim Focus divulgado hoje pelo Banco Central mostra sexta queda semanal seguida na projeção de IPCA para 2026, a 5,02%, enquanto a Selic segue estimada em 13,75% ao ano até dezembro. Ibovespa opera perto dos 172,1 mil pontos e dólar sobe a R$ 5,09.
Ler artigo →Petróleo sobe com impasse no Estreito de Ormuz, dólar cede a 99,5 e ouro bate US$ 4.342
Irã impõe seis condições para reabrir Ormuz e o petróleo sobe, enquanto o dólar cede abaixo dos 100 pontos no DXY e o ouro dispara acima de US$ 4.342 com o mercado precificando pausa do Fed após o payroll fraco de sexta-feira.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 4: CDI
CDI é a taxa de juros que os bancos cobram uns dos outros quando emprestam dinheiro entre si por um único dia — e é ela que aparece escrita em quase todo contrato de investimento em renda fixa, como em "rende 100% do CDI".
Ler artigo →Ataque a refinaria da Aramco neste domingo tensiona Oriente Médio na semana da Ata do Copom e do CPI dos EUA
Um ataque com drone a uma refinaria da Aramco neste domingo (9/8) eleva a tensão no Oriente Médio às vésperas da Ata do Copom e do CPI dos Estados Unidos, os dois principais compromissos de uma semana marcada também pelo pico da temporada de balanços.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 3: Selic
A Selic é a taxa básica de juros do Brasil, decidida pelo Banco Central a cada 45 dias. Ela funciona como o preço do aluguel do dinheiro no país inteiro, influenciando desde o rendimento da poupança até o juro do cartão de crédito.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 2: Inflação
Inflação é a subida geral dos preços ao longo do tempo — é por isso que, com o passar dos meses, o mesmo dinheiro compra cada vez menos coisas.
Ler artigo →Trégua em Ormuz e payroll fraco nos EUA: dólar cai, ouro sobe a US$ 4.399 e S&P 500 bate recorde
Acordo provisório entre Irã e Omã para reabrir o Estreito de Ormuz reduz o prêmio de risco no petróleo, enquanto o payroll fraco dos EUA derruba o dólar e leva o ouro à melhor semana desde janeiro; S&P 500 fecha em recorde.
Ler artigo →Glossário do Investidor — Cap. 1: Investir
Investir é colocar o dinheiro para render, em vez de deixá-lo parado perdendo valor com o tempo. Neste primeiro capítulo, você entende por que isso importa mesmo para quem está começando do zero.
Ler artigo →Payroll dos EUA perde 23 mil vagas em julho e reacende dilema do Fed entre inflação e desaceleração
Os Estados Unidos fecharam 23 mil vagas de trabalho em julho, bem abaixo da expectativa de criação de 80 mil postos, enquanto o Fed segue pressionado entre inflação de 3,5% e sinais de desaceleração no emprego. Dólar recua a R$ 5,09 e Ibovespa opera em alta, impulsionado também pelo balanço da Petrobras.
Ler artigo →Petróleo avança para US$ 82 com escalada no Oriente Médio; payroll dos EUA é o foco desta sexta-feira
Brent sobe 3,83% com hostilidades no Mar Vermelho e impasse sobre o Estreito de Ormuz, Ásia fecha no vermelho e o mercado aguarda o payroll de julho para calibrar as apostas sobre o Fed.
Ler artigo →Irã e Omã fecham rota para Ormuz, mas Brent sobe a US$ 80: mercado ainda não confia na trégua
Irã e Omã fecharam as coordenadas de uma nova rota de navegação para o Estreito de Ormuz, mas Teerã condicionou a reabertura à postura dos EUA. O Brent subiu 0,88%, a US$ 80,15, sinal de que o mercado ainda não desconta o fim do risco geopolítico que pressiona o petróleo desde fevereiro.
Ler artigo →Selic cai para 14% pela 4ª vez seguida e Copom abre porta para novo corte
O Banco Central reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, a 14% ao ano, e sinalizou continuidade do ciclo de afrouxamento. Mercado já projeta a taxa em 13,75% no fim de 2026, enquanto o Ibovespa opera perto de 178 mil pontos aguardando o balanço da Petrobras.
Ler artigo →Acordo em Ormuz derruba petróleo e leva ouro a quase US$ 4.300; Ásia corrige, futuros mistos em NY
Avanço no acordo entre Irã e Omã para reabrir o Estreito de Ormuz derruba o petróleo e turbina o ouro, que renova máxima em quatro pregões. Ásia corrige com pressão sobre semicondutores, enquanto futuros em Nova York operam mistos após mais um recorde do Dow. No Brasil, o mercado ainda digere o quarto corte seguido da Selic, agora em 14% ao ano.
Ler artigo →Acordo entre Irã e Omã por Ormuz derruba petróleo para US$ 79 e alivia prêmio de risco global
Irã e Omã avançam para um acordo que reabriria o Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. O Brent fechou em US$ 79,15 nesta quarta-feira, acumulando queda semanal próxima de 10%, enquanto o mercado brasileiro operou de lado à espera da decisão do Copom sobre a Selic.
Ler artigo →Mercado paralisado à espera do Copom: Selic pode cair a 14% pela primeira vez no ciclo
B3 e dólar operam em compasso de espera nesta quarta-feira: o Copom decide às 18h30 se corta a Selic de 14,25% para 14%, com 95% do mercado já precificando o movimento.
Ler artigo →Wall Street fecha em recorde histórico com aposta em acordo EUA-Irã; Copom decide Selic hoje à noite
Dow Jones e S&P 500 encerraram terça-feira em máximas históricas, com alta de 1,71% e 1,79%, após sinalização de acordo entre Washington e Teerã sobre o Estreito de Ormuz derrubar o petróleo. Ibovespa ficou para trás, e o mercado agora aguarda a decisão do Copom, hoje à noite, com aposta em corte da Selic para 14% ao ano.
Ler artigo →Petróleo cai a US$ 78,77 com Irã e Omã próximos de acordo no Estreito de Ormuz
Brent recua 5,97% e atinge o menor nível desde 13 de julho após avanço nas negociações entre Teerã e Mascate para reabrir a rota crucial ao comércio global de energia; ouro sobe acima de US$ 4.100 e dólar avança no Brasil por fatores domésticos.
Ler artigo →Copom abre reunião da Selic com corte para 14% já precificado em 89,5% das apostas
O Banco Central abriu hoje a reunião que define a Selic amanhã à noite, com o mercado apostando em corte de 0,25 ponto para 14% — o quarto da sequência iniciada em janeiro. A véspera reforçou a aposta: o Boletim Focus reduziu a projeção da taxa para o fim do ano a 13,75%, primeira revisão para baixo desde março.
Ler artigo →Trégua no Irã leva Wall Street à maior alta em semanas; Copom inicia hoje decisão sobre a Selic
Wall Street fechou ontem com ganhos superiores a 1% em todos os índices após Trump suspender ataques planejados contra o Irã, movimento que derrubou o petróleo. Nesta terça, mercados digerem a intervenção conjunta e inédita desde 2011 entre EUA e Japão para sustentar o iene, enquanto o Copom inicia a reunião que deve definir mais um corte de 0,25 ponto na Selic, hoje em 14,25% ao ano.
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